domingo, 12 de julho de 2009
a certeza é incerta.
A dúvida nos infunde a uma busca de paz de espírito, respostas e necessidade de escolhas. E nenhuma dessas que citei para descrever a falta de certeza, nos deixam convictos de uma opinião. Para fazer algo mais sucinto, pergunto com que diabos, alguém pode ver a luz divina necessária para que se diga inspirado quando não se tem a certeza de onde o bendito fruto quer chegar. Para ser mais antagónica ainda, me atrevo a dizer que essa intervenção do divino na mente humana vem com as cores, os odores, a vontade de se querer o sol pela manhã, uma foto, melodia... a verdadeira arte, forma. O que é tão claro para acharmos suscetível, deixar na obscuridade e vivermos de incertezas.
Maíra Haubrick.
sábado, 28 de março de 2009
a gente muda, o mundo muda!
__________________________________________Manifesto Kuat
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
VIVA LA VIDA
Metas (aceitaveis) para 2009.
Inicio: 01/01/2009
Término: 31/12/2009
Missão: Completar toda a lista durante esses 364 dias!
Critérios: As tarefas são especificas e realistas. E é preciso que haja algum esforça da sua parte, mesmo que este, seja pequeno.
1- Comprar três vestidos pra usar no dia-a-dia
2- Não beber refrigerante por 30 dias
3- Conhecer a Evelyn *-*
4- Comer uma pizza com o di
5- Clarear os dentes
6- Aprender a usar salto alto
7- Fazer yoga regularmente por 1 mês
8- Pintar meu quarto
9- Dirigir até uma cidade proxima
10- Não comer pizza por 30 dias
11- Comprar três calças não jeans
12- Tirar fotografias com tema
13- Aprender a cozinhar
14- Perder o medo de tomadas
15- Tirar um dia pra cinema todo mês
16- Tirar um dia pra downloads todo mês
17- Correr uma vez por semana
18- Plantar uma arvore
19- Ler pelo menos, 1 livro por semana
20- Ler jornais semanalmente
21- Fazer trilhas por trimestre
22- Colecionar algo
23- Juntar dinheiro pra comprar um ipod
24- Viajar
25- Customizar alguma roupa
26- Organizar minhas músicas em cds
27- Ir em algum show internacional
Prentendo realizar todas, mesmo!
São testemunhas.
:*
09
Que 2009 seja repleto de amor, união, harmonia, valores e certezas.
(só pra não dizerem que não atualizo isso aqui).
:*
Quando ele chega em casa, o mundo parece não corresponder à sua essência mais concreta e realizável, tudo parece cinza, solitário como se o mundo e as pessoas o jogassem num canteiro onde tudo é fugaz, onde as borboletas não colhem cores e onde a vida anda irremediavelmente, sem trégua e sem resoluções.
Ele sabe que para tudo existe um jogo, a própria vida é um jogo de linguagem onde quem o domina é um simples humano mortal, ele pensa que tudo é naturalmente normal. Ele sabe pensar nas hipóteses como um alvo em potencial, ele sabe diferenciar as estações bem como os ciclos, e tudo é ciclo, o próprio fim das coisas é um ciclo.
Ele sabe amar, mas sabe ser amargo, ele cria mundos, mas os desfaz com uma facilidade de moleque brincalhão, ele se pergunta: “quem sabe um dia, eu estarei entregue a um mundo no qual eu já fui parte?”
Os desencontros giram em torno do sexo, e disso ele sabe de “cadeira”, as expectativas e os remorsos, os desejos e as frustrações, todos fazem parte do mesmo ciclo de existência.
Mais uma vez ele chega em casa, vazio, mas agora, possibilitado de revidar tanta rigidez, mais uma vez ele se chama pelo nome e responde através do sono. Ele pensa em sair por alguma janela, mesmo sabendo que nem para tudo há um sentido ou uma moral da estória, relaxa e continua a arrastar-se. Assentou-se e escreveu para uma amiga:
“Acabei por sair com alguns amigos para brindar uma noite despretensiosa, assentei e pedi a primeira caipivodca, jogamos conversas ao ar como se fossem arranjos novos para uma música antiga. Os meus olhares não perdiam o foco da bebida bem como os olhos dos meus amigos, que pareciam entender todo o meu grande plano para aquela noite. Cores, pessoas entrando, vozes por todas as partes, mundos saindo e eu num canto contando com a compreensão própria, na companhia de um lirismo que parecia o mesmo de muito tempo atrás.
Eu consegui, fechei o bar, me dei uma trégua, cheguei em casa e consegui revidar os sentidos e os sentimentos murchos, deitei a cabeça no travesseiro aparado por um dos braços e suspirei ‘obrigado’”.
Paulo Augusto Franco.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008

